O Vale dos Suicidas e uma real descrição

O Vale dos Suicidas
Na sua perambulação pela região nota-se um grande paredão rochoso que parece circundar todo aquele local, e um pântano que possível seria a fronteira para regiões alguma mais segura, ou seja; a saída.
Em sua tentativa de atravessar o pântano percebe que um formigamento tipo do tipo como choque elétrico que aumenta mais e mais, a cada passou que dá para dentro do lago, ao ponto das dores se tornarem insuportáveis, tendo que retorna a margem.
Os habitantes:
Após tempos de solidão neste lugar, vagueando sem rumo, percebe-se a existência de cavernas, e quando nota-se ao seu redor, uma multidão de homens, jovens e mulheres em estados lastimáveis.
Pessoas até mesma completamente nuas, ou vestidas em trapos, como verdadeiros mendigos, cambaleados em gemidos de dores.
Segundo suas descrições podemos materializar o filme; a noite dos mortos vivos, numa fidelidade bem fiel.
Um destes seres apresentava todo mutilado, caindo aos pedaços, e mesmo seus pedaços caindo ao chão, o acompanhara para onde ia.
Um ser que por uma desilusão amorosa, ao ver sua companheira abandoná-lo por outro, em meio ao desespero se joga, sobre uma linha férrea, sendo atropelado por um trem.
Uma mulher que por uma vida de sofrimento na prostituição, sem êxito em poder mudar sua realidade, resolve dar cabo de si comum tiro na cabeça.
Desencarnou no vale, como mesmo buraco da bala, no mesmo local onde penetrara em seu corpo físico, e que segundo ela, lhe propiciava dores que nunca se acabavam.
Um rapaz que tinha a cabeça tombada sobre o ombro, que em vida sendo um rapaz de uma vida de excessos e frívola, após a deserdação pelo pai em seu testamento, tenta forjar um falso enforcamento que deveria falha na hora certa, para chamar a atenção da família, fato que dera errado, sendo sugado para aqueles vale.
As descrições são muitas, em meio a tantas dores e sofrimentos alheios, nosso personagem quase chega ao ponto de enlouquecer.
Mesmo estando naquele local, ainda matem sua seu orgulho, se considerando como vítima da situação, e após longos tempos de enclausuro naquele lugar, sua visão sobre si, muda assim como de qualquer ser, daquele lugar também destinado a isso.
Estes espíritos são assistidos por missionários, que estão atentos a todas as atividades daquele plano, os espíritos que se conscientizan-se mais rápidos de suas situações, e de suas responsabilidades karmicas, são os que mais rápido saem da li.
O ser encontra consolo somente quando se arrepende de verdade, esse se arrepender não consiste em palavras, pois o intimo de cada um é a imagem real do ser, seus padrões vibratórios mudam assim como sua cor áurica.
E assim os benfeitores espirituais sabem que é a hora de intervir, nosso personagem aos poucos teve contato com seu benfeitor, naqueles lugar, onde o julgava ser mais um hospede daquele inferno, e pela interação oral que acabou contribuindo principalmente para sua mudança de atitude.

O resgate:
Após ser resgatado por Elias, nosso personagem se vê em um imenso salão, revestido de mármore branco, onde um ótimo e agradável aroma fluia daquele ambiente.
O local possui formato de pirâmide. No alto em seu vértice havia três círculos de tamanhos diferentes, suspensos no ar em ordem decrescente em que giravam entre si, que geravam uma espécie de chuva luminosa, que desciam por todo ambiente.
Neste local foi levado na presença do magistrado, que lhe informara de sua situação quanto ao plano, coma disponibilização de instrumentação necessária para recorrer aos registros arkashicos onde pode estudar a fundo sua ultimas vida, e suas responsabilidades perante sí.
O complexo :
Todo o complexo do VALE dos Suicidas está dividido em três níveis especiais, onde cada grupo de espírito recebe um tratamento diferencial, onde e levado em conta vários fatores; permitindo sua evolução em fases.
Todo o complexo foi criado a atender espíritos de várias nacionalidade do planeta.
Quando alguém se suicida como no caso de uma desilusão amorosa em que foi iludido pelo parceiro, neste caso muitos fatores serão levados em conta, principalmente a culpabilidade do obsessor.
Nosso amigo nessa colônia após algum tempo de preparação, encontrou a nova oportunidade para adentrar na carne como uma nova reencarnação até para reparar seu antigo passado pelo seu resgate karmico.
Levando em conta que os espíritos vivem fora do tempo, segundo Elias, seu pupilo ficou 13 longos anos segundo o calendário terrestre naquele vale.
A mensagem dos benfeitores e tanto da espiritualidade é ; que independente da vida que levamos em que para alguns parece ser uma maldição e uma grande carga, temos que no conscientizar de nossas responsabilidade, pois está vida foi a que escolhemos antes de encarnar, portanto uma escolha nossa passar por essas tribulações.
A fé, a resignação deve sempre se fazer presente em nossos íntimos, pois se engana aquele que pensa que acabando coma própria vida, acha que estará acabando com todos os seus problemas, problemas estes geralmente sempre criados pelo próprio ser.
Pois estes mesmo problemas continuarão do outro lado da vida mais piores e pesados, pois como dizia Jesus; que não sairemos dalí até pagar o ultimo sentiu.
Edição: Valter J Amorim
Fonte: Da obra “No VALE DOS SUICIDAS” do médium Evaristo Humberto de Araujo



