A bíblia de Jesus e do Espírito Santo
Com a grande expansão das ideias cristãs difundidas ao longo de 2000 anos e agora coma ajuda da ciência, com a arqueologia e até mesmo a internet pelo fluxo de informações direcionadas neste sentido, dia-a-dia, a verdade se revela pelas mãos de pesquisadores sérios, refutando uma lado vergonhoso da história do cristianismo pelas seitas e denominações que sempre manipularam a consciência humana.
O uso de armas de procedência alienígena nos anais bíblicos e nas histórias de outros povos
Uso de armas de alienígena na bíblia ?
O livro do profeta Ezequiel é dos mais curiosos da religião semita, uma verdadeira prova antiga para muitos ufólogos, da interação alienígena com a raça humana e que tudo que indica levando outras objeções é que ele pode ter registrado um massacre extraterreno na grande cidade santa, por rebeldia deste povo para com o Senhor Deus de Israel.
Estudos dos originais em grego e hebraico mostram que a bíblia nunca condenou a homossexualidade
A bíblia nunca condenou a homossexualidade
Abaixo você encontrará pequenos trechos do livro: "A Bíblia sem preconceitos". Referências ao final....Pesquisa TAMBÉM está disponível EM VÍDEO, com dezenas de relatos e especialistas. http://www.youtube.com/watch?v=RSkUAx-IY6I
A bíblia e o conceito da preexistência de Jesus e dos homens
Preexistência do Ser
Este tema já foi comentado por mim em vários tópicos do Orkut, (o conceito da pré-existência na bíblia) em muitas ocasiões pude pessoalmente ver a resistência de muitos que em muitos casos achavam que além da heresia, uma afronta a Deus, em que o homem se alto proclamaria acima do criador.
BELÉM – Encontrada evidência fora da Bíblia
A existência de Betlem fora da Bíblia foi confirmada por Arqueólogos
Arqueólogos israelenses encontraram em Jerusalém um selo de argila com a inscrição “Bat Lechem”, que é a primeira prova arqueológica da existência de Belém durante o período citado na bíblia.
É uma espécie de esfera de argila que foi usada para selar documentos ou objetos, de 3,81cm. A peça foi descoberta nas escavações da antiga cidade de Davi, o onde está atualmente localizado o bairro Árabe de Silwan, em Jerusalém. .
A descoberta anunciada refere-se a um período posterior ao Primeiro Templo judaico (1006 -. 586 aC), que é mencionada na Bíblia como parte do reino da Judéia.
“Pela primeira vez o nome de Belém fora da Bíblia aparece em uma inscrição do período do Primeiro Templo, o que prova que Belém era uma cidade no reino da Judéia e períodos anteriores, possivelmente”, disse em um comunicado o chefe da escavações, Eli Shukron.
De acordo com a inscrição, Shukron estima que “uma expedição enviada de Belém para o rei de Jerusalém, no sétimo ano do reinado” de um monarca que não é especificado, mas poderia ser Ezequias, Manassés ou Josias. O selo era utilizado para selar as transferências de impostos a serem enviados para o sistema tributário do reino da Judéia, no final do século sétimo ou oitavo antes da era cristã” , acrescentou o especialista.
Comentário Aquárius
Esta descoberta é de extrema importância para o mundo cristão, pois sua suposta inexistência sempre foi motivo de discursão entre estudiosos, até mesmo apara os partidários da doutrina de que Jesus nunca existiu, pois nem havia relatos históricos da existência desta cidade nem mesmo na época de Jesus, nem mesmo contados por Flavio Josefo, o que sustentava a teoria de que toda a história dos evangelhos seriam uma criação romana. Esta descoberta reforça em muito as palavras dos evangelhos, da própria própria bíblia e da fé e história cristã.
Fonte: Aurora-Israel
Trechos bíblicos cuja existência crentes fingem não saber
Trechos Bíblico ignorados por Crentes
A reportagem de capa da Superinteressante de junho (2012) é “A Bíblia como você nunca leu”. Trata-se dos trechos bíblicos que propagam, com candura, sacrifícios humanos, morte para virgens defloradas, poligamia, bebedeira e por aí vai.
Livro sagrado tem muita violência, além poligamia, bebedeira, etc.
As perversidades bíblicas têm sido destacadas à exaustão, mas ainda assim a reportagem é oportuna porque ocorre cada vez mais com frequência a exaltação por vereadores e deputados da Bíblia como “padrão de moralidade”.
Recentemente na Assembleia Legislativa de Goiás, por exemplo, a leitura da Bíblia se tornou obrigatória no começo das sessões para garantir “um ambiente de princípios e de harmonia entre os deputados”.
O deputado evangélico Daniel Messac (PSDB), autor da lei dessa obrigatoriedade, agiu como só existisse uma parte da Bíblia, a "boa", e não também a "ruim", a podre, e como se esta não contaminasse aquela. E assim tem sido nas pregações de pastores e de padres, nos sermões televisivos, nos livros religiosos. Tudo sem questionamentos dos fiéis.
Leitura da Bíblia passa a ser obrigatória na Assembleia de Goiás.
maio de 2012
Seguem trechos do texto de Alexandre Versignassi e Tiago Cordeiro.
Maridos & esposas
Rei Salomão teve 700 mulheres
O Velho Testamento deixa claro que as mulheres deveriam ser funcionárias de seus maridos, com deveres e direitos. Se uma esposa fosse “demitida” pelo parceiro, por exemplo, ela podia ganhar uma carta de recomendação, para a moça utilizá-la como trunfo na hora de tentar uma vaga de mulher de outro sujeito.
A poligamia era regra. Tanto que o primeiro caso aparece logo no capítulo 4 do primeiro livro da Bíblia: “E tomou Lameque para si duas mulheres” (Gênesis). A situação era tão comum que vários dos personagens mais importantes do Antigo Testamento viviam com mais de uma esposa sob o mesmo teto. [...] Nunca na história do Livro Sagrado houve maior predador matrimonial que Salomão, o rei: foram 700 esposas. Setecentas de papel passado, já que o sábio soberano ainda mantinha 300 concubinas.
O Novo Testamento não cita tantos exemplos de poligamia, mas sugere que ela ainda era comum no século 1. Jesus não toca no assunto, mas, em duas cartas, são Paulo recomenda que os líderes da nova comunidade cristã tivessem apenas uma esposa porque “assim eles teriam mais tempo para dedicar aos fiéis”.
“O cristianismo só refuta a poligamia quando se aproxima do poder em Roma, que proibia essa prática”, afirma o historiador Marc Zvi Brettler. Como escreve santo Agostinho no século 5, “em nosso tempo, e de acordo com o costume romano, não é mais permitido tomar outra esposa”.
“As mulheres sejam submissas a seus maridos.” (Colossenses, 3, 18)
Bíblia não condena aborto nem a poligamia, afirma estudioso.
novembro de 2010
Sexo
Para se casar, mulher tinha de ser virgem
Uma série de regras estabelece como deve ser a vida sexual: toda mulher tem de se casar virgem, ou então poderá ser dispensada pelo marido. As leis sexuais eram bem abrangentes: “Quem tiver relações com um animal deve ser morto”, diz o Êxodo. E a masturbação também não pode. Como diz o sutil são Paulo: “A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence ao marido. E o marido não pode dispor de seu corpo: ele pertence à esposa.” “O sexo na Bíblia é cheio de contradições”, diz o arqueólogo Michael Coogan, autor de God and Sex (Deus e o Sexo). “É de se desconfiar que fossem realmente levados a sério naquela época.” “E possuiu também a Raquel, e amou também a Raquel mais do que a Lia.” (Gênesis, 29, 30)Bíblia é tão machista como Corão: ambos mandam a mulher se calar. por Lukretia em maio de 2011
Negócios e finanças
A cobrança de juros é proibida. As ordens se repetem ao longo da Bíblia, sempre em tom firme: “Não tomarás deles juros nem ganho” (Levítico). [...] Mas existe uma exceção: nos casos em que o empréstimo é concedido a um não judeu (“um estranho”, nas palavras de Deuteronômio) é permitido praticar a usura. Até por isso os judeus se tornaram os grandes banqueiros da Idade Média. Se o Livro Sagrado proíbe a cobrança de juros, mas só entre judeus, o mesmo vale para a escravidão. Você pode ter escravos, contanto que “sejam das nações que estão ao redor de vós; deles comprareis escravos e escravas”, diz o Levítico.
“Ao estranho, emprestarás com juros.” (Deuteronômio 23:20)
Marvado vinho
Água vira vinho: primeiro milagre de Jesus
O álcool nem sempre foi consumido com moderação na Bíblia. A palavra “vinho” é citada mais de 200 vezes, e os porres são frequentes: Noé é embebedado pelas filhas, e Amnon, filho de Davi, está mais pra lá do que pra cá quando é assassinada por ordem de seu irmão Absalão — a interessar: foi pelo crime de ter estuprado a própria irmã, Tamar. “Os sacerdotes são orientados a não beber antes de entrar no tempo, e o álcool é relacionado à perda de controle pessoal e da capacidade de diferenciar o bem do mal. Mas nada no texto bíblico proíbe o consumo”, diz o historiador Marc Zvi Brettler.
O álcool chega a ser recomendado para curar os males da alma. Está em provérbios: “Daí bebida forte ao que está prestes a perecer, e o vinho aos amargurados de espíritos”. E tem o primeiro milagre de Jesus: transformar água em vinho — segundo o evangelista João, no melhor vinho da festa. São Paulo vai mais além: recomenda a um discípulo, Timóteo, que troque a água pelo vinho.“O chefe do serviço provou [o vinho que Jesus criara a partir da água] e falou com o noivo: ”Tudo guardaste o melhor vinho até agora!” (João 2, 7-10)
Vinho feito em abadia é símbolo de alcoolismo na Escócia.
fevereiro de 2010
Saúde e educação
[...] Ao longo da infância, os pais têm a obrigação de repassar a eles a palavra de Javé. Já o Novo Testamento é mais pedagógico, digamos assim: enfatiza a educação pelo bom exemplo dos pais. [...] Quando não funcionar, o Antigo Testamento indica que um bastão flexível deve ser usado para bater nos desobedientes. O objeto tem até nome, vara da correção, e é indicado para qualquer situação em que o pai considere que a criança não seguiu suas instruções. “A vara e a repressão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesa envergonha a sua mãe” (Provérbios).
“O sacerdote examinará a praga na pele da carne; se o pelo na praga se tornou branco, (...) é praga de lepra; o sacerdote o examinará, e o declarará por imundo.” (Levítico 13:3).
Malafaia cita castigo bíblico à vara contra lei que pune pais violentos.dezembro de 2011
Homossexualidade
Rei Davi e Jonatã: amor homossexual
O amor entre homens era punido com a morte — a não ser que você fosse o rei Davi. Os livros Samuel I e Samuel II contam a história da amizade entre ele e Jonatã, filho do rei Saul, antecessor de Davi e candidato natural ao trono de Israel. Davi acaba escolhido para a sucessão, mas isso não abala o relacionamento dos dois. Está escrito: “A alma de Jonatã se ligou com a alma de Davi. E Jonatã o amou, como à sua própria alma” (Samuel I).
Em outra passagem, Jonatã tira todas as roupas, entrega a Davi e se deita com ele. “E inclinou-se três vezes, e beijaram-se um ao outro” (Samuel I). “Esse relato incomoda os intérpretes tradicionais da Bíblia, que tentam explicar a relação como uma forte amizade, e o beijo como um costume comum entre homens”, diz o historiador finlandês Martii Nissinem, da Universidade de Helsinki e autor de Homoeroticism in the Biblical World (Homoerotismo no Mundo Bíblico). “Mas é difícil negar a referência à homossexualidade nesse caso, mesmo que a lei judaica a proíba expressamente.”
Para alguns especialistas, o Antigo Testamento também sugere um relacionamento homossexual entre duas mulheres, Noemi e sua nora Rute. Está no livro de Rute um trecho em que ela diz a Noemi: “Aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu. Onde quer que morreres morrerei eu, e ali serei sepultada”.
“Estou angustiado por causa de ti, Jonatã. Mais maravilhoso me era teu amor do que o amor das mulheres.” (Samuel II 1, 26).
Anglicano apoia união gay e diz que rei Davi gostava de homem.agosto de 2011
Sacrifício
Abraão por pouco não matou seu próprio filho
Muito sangue jorra na Bíblia. Abraão é orientado a sacrificar seu próprio filho Isaac a Javé — e teria obedecido, caso um anjo não aparecesse no ultimo minuto dizendo ser tudo um teste para sua fé. Além disso, durante os 40 dias em que Abraão detalha suas regras ao patriarca, Deus exige uma série de sacrifícios de animais.
Os rituais são descritos com grande riqueza de detalhes. Moisés manda matar e drenar 12 bois. O sangue é colocado numa tina. Metade é lançada no altar e o resto sobre a multidão. Carneiros abatidos são esfregados no corpo de fiéis, que seguram seus rinas nas mãos para oferecê-los a Javé. Pedaços de bichos são queimados sobre o altar. Era uma forma de trocar favores com os deuses. “O sangue é o maior símbolo da vida. Ao usá-lo em rituais, os fiéis reforçam seu vínculo com a divindade e se purificam”, diz Richard Friedman. [...] ”Na interpretação cristã posterior, o próprio Jesus é considerado o sacrifício final, que limpa os pecados da humanidade de forma definitiva, o que dispensa a morte de animais.”
“Derramar-se-a seu sangue me volta do altar. Será oferecida a cauda, a gordura que cobre as entranhas. Os dois rins e a pelo que recobre o fígado.” (Levítico 7, 2-4).
Sacrifício de animais esconde o fundamento espúrio das religiões.junho de 2011
Crime e castigo
Levítico manda matar as prostitutas a pedradas
Sequestro, adultério, homossexualidade, prostituição.... Tudo dava pena de morte. Até fazer sexo com uma virgem poderia custar a vida do “criminoso”. Adorar outros deuses também trazia problemas sérios. Moisés mandou matar 3 mil judeus por causa disso. O Levítico também manda matar prostitutas a pedradas. Não caso de a moça ser filha de um sacerdote, a punição é pior: “Com fogo será queimada”. Em geral, a pena de morte por apedrejamento não precisava ser julgada pelos sacerdotes. A maioria dos crimes recebia punição na hora, diante de um grupo de pessoas que presenciaram a cena ou que estavam por perto da cena do crime.
O Antigo Testamento estabelece que toda mulher menstruada é tão impura que até mesmo os lugares onde ela senta devem ser evitados. Se um homem encostar na esposa, na mãe ou na irmã nesse período do mês, ele não pode sair de casa por sete dias. E, se o fizer, pode ter de pagar uma multa.Como o Antigo Testamento não aceita o aborto, é crime provocá-lo, mesmo que por acidente, mas a pena depende da gravidade da situação. Em caso de roubo e furto ou qualquer outro prejuízo ao patrimônio alheio, a pena é o pagamento de 4 vezes o valor do bem que foi levado ou destruído. Se a pessoa que cometeu a infração não tivesse condições de pagar, podia ser vendida como escrava.
“Quando houver moça virgem, desposada, e um homem a achar na cidade, e se deitar com ela, então trarei ambos à porta daquela cidade, e os apedrejareis, até que morram.” (Deuteronômio 22:23-24)
Fonte: http://blogdocappacete.blogspot.com.br/2013/01/trechos-biblicos-cuja-existencia.html
Créditos: http://chega2012.blogspot.com.br/
Novas versões bíblicas protestantes podem ter a Inclusão dos Sete livros da septuaginta
Novas versões bíblicas Protestantes com os Sete Livros da Septuaginta
Parece que algumas barreiras estão sendo derrubada no mundo religioso, nos dando uma possível visão de um futuro mais promissor, quando nos retratamos de respeito mútuo entre os cultos.
SBB Sociedade Bíblica do Brasil
Segundo informações que peguei de um site católico, e que parece ser real, a SBB Sociedade Bíblica do Brasil, que publica as bíblias protestantes no Brasil, parece que reconheceu o erro da não valorização dos sete livros que os católicos possuem a mais, e que Lutero retirou, deixando a bíblia protestante com sete livros a menos e segundo o site a SBB já até começou a pública-las.
Os protestantes sempre alegaram que o canon católico não seria válido, simplesmente porque possuía em seu canon sete livros apócrifos, considerado assim por eles, pois na teoria não são, mais sim deuterocanônicos considerados de segunda instância, pois é pertencente ao povo judeus, mais escrito em terras estrangeiras, pós exílio.
O Canon Anticristãos
Foi banido do Canon judaico pelo concílio de Jâmia na palestina, por grupos de judeus ultraconservadores que queriam impedir que os novos livros do novo testamento se misturassem a eles, ou seja: pelos judeus que negaram e perseguiram o cristianismo.
Lutero que é considerado o pai do movimento protestante, não os considerou os como inspirados, e baseado em várias de suas tese, e estabeleceu a doutrina protestante, que se apoiava neste canon definido.
Apesar de muitas acusações dos protestantes para com o Canon católico, especulando informações um pouco distorcidas sobre a história, e quanto a inspiração destes, simplesmente para defender seus dogmas internos, vemos o bom senso talvez esteja se fazendo vigente em alguns teólogos sérios e a algumas instituições.
E assim declarou a SBB,e seu site:
“Septuaginta (ou Tradução dos Setenta)
Esta foi a primeira tradução. Realizada por 70 sábios, ela contém sete livros que não fazem parte da coleção hebraica, pois não estavam incluídos quando o cânon (ou lista oficial) do Antigo Testamento foi estabelecido por exegetas israelitas no final do Século I d.C.
A igreja primitiva geralmente incluía tais livros em sua Bíblia.
Eles são chamados apócrifos ou deuterocanônicos e encontram-se presentes nas Bíblias de algumas igrejas.
Esta tradução do Antigo Testamento foi utilizada em sinagogas de todas as regiões do Mediterrâneo e representou um instrumento fundamental nos esforços empreendidos pelos primeiros discípulos de Jesus na propagação dos ensinamentos de Deus.”
http://www.sbb.org.br/interna.asp?areaID=45
- Infelizmente alguns sites e estudiosos protestantes tradicionais ainda expõem suas visões pessoais quanto á estes livros, mais a história não mente, e só esperemos que dia a dia, a chagas da indiferença seja curada dos meio religioso cristão.
Pois em meio a tantas maldades praticadas hoje pelo mundo, para a emancipação da paz, a coerência com o respeito mútuo entre os partidos, já será um grande alavanca para um futuro mais ético e justo.
O céu dos cristãos ou colônias espirituais segundo a bíblia e as tradições cristãs
O céu dos cristãos e as colônias espirituais
Antigamente se usava-se muito o termo, “Quando morrer, quero ir para o céu”, hoje em grande parte estava visão acabou sendo substituída pela teoria do arrebatamento do corpo físico, para o paraíso, geralmente em grande parte sancionada por muitas vertentes do protestantismo.
Os evangelhos apócrifos e a reencarnação
A Reencarnação também nos Apócrifos
Os “Evangelhos apócrifos” são os Evangelhos não reconhecidos pela Igreja Católica e excluídos da Bíblia. Gilvanize Balbino Pereira, médium e pesquisadora sobre o tema, psicografou o livro “Verdades que o tempo não apaga”, um romance que trata sobre o tema.
Reencarnação nos Apócrifos
Entre os temas polêmicos mencionados nos Evangelhos apócrifos estão referências à reencarnação, a pluralidade das existências, que, segundo evidências históricas, foi declarada heresia durante a realização do 5° Concílio de Constantinopla, realizado em 553 d.C. na cidade de Istambul, na Turquia.
A médium Gilvanize Balbino Pereira, diz: “Meu primeiro contato com os Evangelhos excluídos do Novo Testamento foi no ano de 2002 quando revisava um livro que psicografei sobre os escritos de Bartolomeu”.
Posteriormente, em São Paulo, visitei uma exposição sobre os manuscritos do Mar Morto, ocasião em que conheci algumas das obras históricas mencionadas no livro ‘Verdades que o tempo não apaga’.
Provas da Reencarnação:
Em Verdade que o tempo não apaga menciona outro apócrifo, cuja autoria é de Bartolomeu. Refere-se, igualmente, aos esclarecimentos de Jesus quanto às existências sucessivas:
“Ninguém está isento da morte ou de nascer de novo. Meu pai, que é bondoso e pleno em compaixão, permitiu que seus filhos que já viveram outras vidas, retornassem à Terra para novas experiências que lhes trouxessem mais sabedoria”.
“Se fossemos filhos de uma única existência seríamos tais quais as árvores desnutridas (…) que perdem suas seivas em virtudes de serem podadas e, conseqüentemente, não suportando a poda morrem sem esperança e se olvidam que podem produzir seus brotos e reiniciar mais um ciclo de sua vida”, palavras atribuídas a Jesus pelo apóstolo André em seu Evangelho.
Em seu livro ditado pelos espíritos Ferdinando, Tiago e Bernard, encontram-se trechos dos Evangelhos apócrifos que mencionam a reencarnação:
O que são os Apócrifos:
A palavra “apócrifo” é originária do grego apokryphos e significa oculto. O termo é utilizado para classificar os Evangelhos que a Igreja não incluiu na Bíblia. A origem da exclusão reporta ao ano de 367 d.C., quando o bispo Atanásio de Alexandria ordenou a destruição de inúmeros manuscritos, os quais, de acordo com o Concílio de Nicéia, realizado em 325 d.C., não eram merecedores de crédito por se tratar de relatos fantasiosos que contradiziam os dogmas do Catolicismo.
Em virtude do valor histórico desses apócrifos, os religiosos, quem detinham sua posse, não cumpriram a determinação do bispo. Com a intenção de preservá-los, enterraram-nos nas margens do rio Nilo, no sopé do penhasco Djebel El-Tarif. Em 1945, urnas de argila contendo mais de mil páginas de papiro – com inscrições em copta, antigo idioma egípcio – foram descobertas por jovens que residiam na aldeia de El-Kasr.
O conjunto desses códices – pergaminhos enrolados – foram denominados Bíblia de Nag Hammadi, nome da localidade onde foram encontrados. Até então, os apócrifos eram conhecidos apenas por serem citados.
Fonte: Jornal dos Espíritos
Os óvnis modernos e as naves do Senhor
Óvnis, Naves e Ufos do Senhor
A Bíblia hebraica, além de ser um livro místico, possui seu fator histórico, no decorrer de 4000 mil anos, além dos fatos religiosos em si encontramos adentro deles supostas referência de inteligência não somente divinas mais também extraterrenas, para aqueles que conseguem ou procuram entender suas linguagens figurativas.
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A Besta do Apocalipse na Visão Espírita
A Grande Tribulação Bíblica Já Ocorreu ?
Os Últimos Dias e o que afirma a bíblia realmente !
O Anti-Cristo e o Oitavo Rei
As Ressurreições do Último dia