ames Ephraim Lovelock é um cientista independente, meteorologista, escritor, inventor, químico atmosférico, ambientalista, famoso pela Hipótese Gaia, que visualiza a Terra como um sistema auto-regulador, apresentou novas previsões sobre o nosso futuro [ Assista ao vídeo].
Onu alerta para impacto irreversível das mudanças climáticas
Um novo e abrangente relatório das Nações Unidas alerta para o impacto do aquecimento global que, segundo a organização, terá efeitos “severos, disseminados e irreversíveis”. O documento, divulgado numa reunião de especialistas no Japão, representa a análise mais completa, elaborada até à data, sobre o impacto das mudanças climáticas no planeta.
O relatório foi divulgado após uma semana de intensas discussões entre especialistas numa reunião do Painel Intergovernamental sobre a Mudança do Clima que decorreu na cidade nipónica de Yokohama. Os membros do painel das Nações Unidas para o clima dizem que o documento apresenta provas incontestáveis da escala dos efeitos das alterações climáticas nos sistemas naturais e do impacto crescente que estas mudanças, inevitavelmente, terão nos seres humanos.
No sumário do documento lê-se que a saúde, a alimentação e a segurança da humanidade serão provavelmente ameaçadas pelo aumento das temperaturas. Em todos os continentes e em todos os oceanos, as mudanças no clima que ocorreram nas últimas décadas já provocaram impacto nos sistemas naturais e nas populações.
"Impactos severos, disseminados e irreversíveis"
Seja através da fusão dos glaciares ou do aquecimento do permafrost os efeitos negativos desta tendência não cessarão de se avolumar:
“ As crescentes magnitudes do aquecimento vão aumentar a probabilidade de impactos severos, disseminados e irreversíveis”, lê-se no texto do relatório que se debruça nos efeitos mais significativos a curto prazo, nos sistemas naturais, num horizonte temporal de 20 ou 30 anos.
Os efeitos previstos são quase apocalípticos. As consequências incluem o impacto nos mares e nos sistemas hidrográficos. Os oceanos ficarão mais ácidos, ameaçando os recifes de coral e as muitas espécies biológicas que eles contêm. Em terra, os animais e as plantas começarão a migrar para as terras mais elevadas ou para as regiões polares, à medida que sobem as temperaturas.
Colheitas sofrerão corte acentuado
Os seres humanos não serão poupados. As colheitas de milho, trigo e arroz sofrerão um corte acentuado até 2050. Um terço das projeções avançadas estima esta diminuição em 25 por cento.
Depois de 2050, há o risco de os efeitos nas colheitas se acentuarem, espalhando-se a mais regiões. Isso vai ocorrer num momento em que estarão também a aumentar as necessidades alimentares de uma população mundial que, nessa altura, rondará os nove mil milhões de pessoas. Os especialistas estimam que, até 2050, o preço dos alimentos poderá subir entre 3 a 84 por cento, apenas devido às alterações do clima.
A última vez que o painel apresentou um relatório sobre os efeitos do aquecimento global foi em 2007. Na altura, os especialistas consideraram que era ainda demasiado cedo para perceber se as mudanças no clima afetariam de forma séria a produção de alimentos. Desde essa altura, o número de evidências de que o impacto será sério quase duplicou, mesmo atendendo ao aumento da produção que se poderá obter da modernização de técnicas agrícolas.
Capturas pesqueiras podem diminuir 50 por cento
Muitas espécies de peixes, que representam a principal fonte de alimentação de muitas populações, vão deixar de frequentar as zonas habituais, por causa do aumento da temperatura das águas. Em algumas áreas dos trópicos e na Antártida, as capturas da pesca podem vir a diminuir em 50 por cento.
“À medida que se avança no futuro, os riscos não param de aumentar, e trata-se aqui de pessoas, do impacto nas colheitas, na disponibilidade de água potável e, em especial, nos acontecimentos [climáticos] extremos na vida das populações “, diz o professor Neil Adger, da universidade de Exter um dos autores do relatório.
Mortes pelo calor aumentam
As pessoas serão afetadas por inundações e pelo aumento da mortalidade relacionada com as ondas de calor. Novos riscos ameaçarão os que trabalham no exterior, como os agricultores e os trabalhadores da construção civil. Os especialistas antecipam um aumento dos problemas relacionados com migrações ligadas às mudanças climáticas, com efeitos na segurança nacional, e dos conflitos entre países.
Pobres sofrem, ricos não escapam
Uma das autoras do relatório, Maggie Orondo, da Universidade de Nairobi, afirma que, em locais em África, as mudanças climáticas e os acontecimentos extremos significam que “as pessoas ficarão mais vulneráveis e poderão afundar-se ainda mais na pobreza”. Embora os países pobres sejam os que vão sofrer mais a curto prazo, os mais ricos não escaparão aos efeitos da hecatombe ambiental.
“Os ricos vão ter de pensar nas mudanças climáticas. Estamos a constatar esse facto no Reino Unido, com as inundações que tivemos há alguns meses e nas tempestades que ocorreram nos EUA e a seca na Califórnia", diz outro dos autores, o Dr. Saleemul Huq, “trata-se de eventos de milhares de milhões de dólares que os ricos terão de pagar, e existe um limite para o que eles podem pagar”.
"Ninguém ficará imune"
“Ninguém neste planeta ficará imune ao impacto das mudanças climáticas “ disse o presidente da conferência do Painel Intergovernamental sobre a Mudança do Clima, Rajendra Pachauri.
O secretário geral da Organização Mundial de Meteorologia, Michel Jarrauld, explicou que o relatório se baseou em mais de 12.000 estudos cientificamente revistos e descreveu o documento como “a prova mais sólida que é possível obter em qualquer disciplina científica”.
Apesar do cenário alarmante, os autores do relatório não pretendem assustar, mas antes exercer pedagogia junto dos decisões mundiais.
"Ignorância deixa de ser desculpa"
De acordo Michel Jarrauld, anteriormente, a humanidade pode ter danificado o clima terrestre por ignorância, mas, a partir de agora, “a ignorância deixa de ser uma boa desculpa”.
O vice-presidente do grupo de trabalho, Chris Field ,faz questão de destacar que nem tudo são más notícias: “ Penso que a grande novidade deste relatório é a nova ideia que consiste em pensar no problema de gerir as mudanças climáticas como um problema de gestão de riscos”.
“As mudanças climáticas são um problema muito importante, mas dispomos de muitas das ferramentas necessárias para lidar de forma eficaz com ele: temos apenas de o fazer de uma forma inteligente”, diz o Dr. Field.
Fonte: http://www.rtp.pt/
28 provas que a Califórnia está sendo fritada pela radiação de Fukushima
O Perigo de Fukushima
Estamos falando de um desastre nuclear que é absolutamente sem precedentes, e está constantemente piorando, e a Califórnia está sendo fritada Pela Radiação de Fukushima.
O mapa à esquerda vem da Nuclear Emergency Tracking Center.
Frango convencional contém níveis alarmantes de arsênico devido a antibióticos
Arsênico na carne do Frango
Você sabia que graças ao uso excessivo de antibióticos na pecuária você está ingerindo arsênico cancerígeno?
Um novo estudo conduzido por pesquisadores da Johns Hopkins Center por um futuro habitável da Escola Bloomberg de Saúde Pública descobriu que galinhas criadas com medicamentos à base de arsênico acabam tendo arsênico tóxico, inorgânico em sua carne. Infelizmente, isso significa que inúmeros consumidores estão ingerindo esta substância cancerígena.
Para o estudo, que foi publicado na revista científica Environmental Health Perspectives, os pesquisadores estudaram amostras de carne convencional, a carne sem antibiótico convencional, e frango orgânico de 10 áreas diferentes. Especificamente, 116 amostras cruas e 145 amostras cozidas foram testadas para o arsênico total, enquanto 78 amostras foram submetidas a especiação. O prazo para o estudo foi de dezembro de 2010 a junho de 2011, dando tempo suficiente para o teste.
Dito como o primeiro estudo a identificar e examinar as formas de arsênico específicas, a pesquisa constatou que galinhas alimentadas com antibióticos à base de arsênico representam um risco para a saúde pública. Os autores do estudo ainda dizem que a Food and Drug Administration tem o dever de limpar as drogas como roxarsone para fora do mercado para proteger os consumidores, como é o trabalho da organização.
Mais preocupante sobre estes resultados podem ser as concentrações de arsênico inorgânico dentro da carne. Embora a FDA não estabeleça um "nível seguro de exposição" para o arsênico inorgânico presente nos alimentos, a quantidade de arsênico na carne, onde a droga roxarsone foi encontrada muitas vezes eram 2 a 3 vezes acima do sugerido pela FDA em 2011 e estas concentrações deveriam ser inferiores a 1 micrograma por quilo de carne. Além disso, os pesquisadores descobriram que cozinhar carne crua contendo roxarsone resultou em diminuição dos níveis da droga roxarsone mas um aumento nos níveis de arsênico inorgânico.
O resumo do estudo concluiu:
"A carne de frango convencional apresentou concentrações mais elevadas de iAs do que amostras de carne de frango orgânico sem antibiótico convencionais. A cessação do uso de drogas arsênicas poderia reduzir a exposição e a carga de doenças relacionadas com arsênico nos consumidores de frango".
A exposição a níveis elevados de arsênico inorgânico pode resultar em câncer de pulmão, bexiga e pele, e tem sido associada com outras condições também.
Fonte: Natural Society
Cientistas na maior conferência científica do mundo afirmam: golfinhos são PESSOAS !
Essa pode ser considerada a boa notícia do ano, ou melhor da década, quem sabe do século!
Já fazem mais de dez anos que venho afirmando isso.
Viajei e morei no lindo e rico país do México justamente para conviver e trabalhar diariamente com os golfinhos.
Lá constatei pessoalmente muitas das coisas que falam sobre eles, reconhecendo em primeira mão que os golfinhos são gente como a gente.
Porém ao voltar do México, ainda cursando a faculdade de psicologia aqui no Brasil, procurei aliar o meu curso com o estudo dos golfinhos e qual não foi a minha surpresa ao perceber que a maioria dos professores e até a diretora do curso se mostraram não só céticos quanto as minhas experiências, como também irônicos (o que certamente não é uma postura científica!) não me apoiando de maneira alguma.
E quanto a professora de neuroanatomia na época que deveria estar melhor informada quanto a isso, ela chegou a debochar de mim.
Lembro que ela se considerava muito inteligente…mas infelizmente não foi inteligente a ponto de buscar pesquisar sobre o assunto antes de desestimular um aluno em suas idéias. Mas a paixão e o amor que desenvolvi pelos golfinhos foi o que me deu forças para colocar de lado aquele curso a fim de me dedicar exclusivamente a mostrar as pessoas que os golfinhos são gente como a gente, que eles pensam, sentem e raciocinam igual ou quem sabe melhor do que nós homo sapiens.
Todo esse trabalho resultou em um livro sobre os golfinhos que será finalmente publicado este ano. Fiquem de olho! Depois de todo este tempo e esforço, hoje me sinto realizado ao saber que os maiores especialistas em golfinhos, na maior conferência científica do mundo não só falam aquilo que digo há anos, como também já lutam para assegurar direitos aos cetáceos. Principalmente o direito à liberdade e à vida! Essa notícia e principalmente essa conscientização que virá nos próximos anos trará uma transformação radical na maneira como a nossa espécie vê e se relaciona com o planeta e com a vida como um todo.
Certamente temos muito a aprender com os golfinhos.
Cientistas sugerem que estes seres são tão brilhantes que devem ser tratados como “pessoas não humanas“. Estudos sobre o comportamento dos golfinhos relevaram a similitude de suas comunicações à dos seres humanos, ultrapassando à dos chimpanzés. Isto foi respaldado por pesquisas anatômicas que mostram que os cérebros dos golfinhos têm muitas características chaves associadas com uma alta inteligência.
Os pesquisadores sustentam que seus estudos demonstram que é moralmente inaceitável manter estes animais inteligentes em parques de atrações, matá-los para comer, ou que estes tenham que morrer por acidentes de pesca. Cerca de 300 mil baleias, golfinhos e botos morrem desta maneira a cada ano.
- “Muitos dos cérebros dos golfinhos são maiores que o nosso e o segundo em massa -após o cérebro humano- ao ser correlacionados com o tamanho do corpo”, disse Lori Marinho, uma zoóloga da Universidade de Emory em Atlanta, Georgia, que utilizou imagens por ressonância magnética para traçar o cérebro das espécies de golfinhos e compará-los com o dos primatas. “A neuroanatomia sugere uma continuidade psicológica entre os seres humanos e os golfinhos, o qual tem profundos envolvimentos na ética das interações dos humanos com os golfinhos”, acrescentou.
Os estudos mostram como os golfinhos têm personalidades diferentes, um forte senso de si mesmos e podem pensar no futuro. Também ficou claro que são animais “culturais”, o que significa que novos tipos de comportamentos podem ser rapidamente aprendidos por um golfinho de outro. Em um estudo, Diana Reiss, professora de psicologia no Hunter College, de Nova York, demonstrou que os golfinhos comuns podem se reconhecer em um espelho e inclusive utilizá-lo para inspecionar as diversas partes de seu corpo, uma habilidade que se cria limitada aos seres humanos e aos grandes símios.
Em outro estudo, descobriram que os animais em cativeiro também têm a capacidade de aprender uma linguagem rudimentar baseada em símbolos. Outras pesquisas mostraram que os golfinhos que vivem em cativeiro podem resolver problemas difíceis, enquanto os golfinhos que vivem em estado silvestre cooperam em formas que implicam estruturas sociais complexas e um alto nível de sofisticação emocional.
Em um caso recente, ensinaram a um golfinho resgatado de seu habitat a “caminhar sobre o rabo” enquanto recuperava-se de uma lesão durante três semanas em um parque aquático na Austrália.
Após ser liberado, os cientistas surpreenderam-se ao ver outros golfinhos silvestres fazendo o mesmo.
Obviamente aprenderam com aquele que foi treinado enquanto estava em cativeiro. Há muitos exemplos similares, como os golfinhos que vivem na Austrália ocidental, os quais aprenderam a cobrir seus focinhos com esponjas para se protegerem na busca de peixes espinhosos que vivem no fundo do oceano.
Estas observações, junto com outras que mostram, por exemplo, como os golfinhos cooperam com precisão militar em estratégias para encurralar bancos de peixes que lhes servirão de alimento, estão propondo diversas interrogações a respeito das estruturas do cérebro dos golfinhos. O tamanho é só um fator.
Os pesquisadores descobriram que o tamanho do cérebro varia enormemente -de umas 200 gramas para espécies de cetáceos pequenos, como o golfinho do rio Ganges, a mais de 8 kg para os cachalotes, cujos cérebros são os maiores do planeta.
O cérebro humano, ao contrário, varia entre 1 a 1,8 kg, enquanto o cérebro de um chimpanzé pesa ao redor de 350 gramas.
Quando se trata de inteligência, no entanto, o tamanho do cérebro é menos importante que seu tamanho em relação ao corpo. O que Marinho e seus colegas descobriram foi que o córtex cerebral e o neocórtex dos golfinhos são tão grandes que “as relações anatômicas responsáveis pela capacidade cognitiva colocam-nos no mínimo em segundo lugar após o cérebro humano”.
Também descobriram que o córtex cerebral dos golfinhos nariz de garrafa, tem as mesmos dobras arrevesadas que estão fortemente vinculadas com a inteligência humana. As dobras aumentam o volume do córtex e a capacidade das células do cérebro para interconectar entre si. “Apesar da evolução ao longo de uma trajetória neuroanatômica diferente dos seres humanos, os cérebros dos cetáceos têm várias características que se correlacionam com a inteligência complexa”, disse Marinho. Marinho e Reiss, exporão suas conclusões em uma conferência em San Diego, Califórnia, no próximo mês, concluindo que as novas provas sobre a inteligência dos golfinhos torna repugnante os maltrato a este animal.
Thomas White, professor de ética da Loyola Marymount University, na Califórnia, quem escreveu uma série de estudos acadêmicos que sugerem que os golfinhos têm direitos, falará na mesma conferência.
“A pesquisa científica sugere que os golfinhos são pessoas não humanas que são qualificadas para o status moral de indivíduos”, disse White.
Fonte: Times Online
A era do De-Gelo
Uma das muitas consequências do Aquecimento Global e que é dramaticamente observável é o derretimento da Antártica, a região no entorno do polo norte, onde imensas placas de gelo e icebergs estão desaparecendo, o que leva à possibilidade de desaparecimento do urso polar entre outras espécies.
De fato, medidas recentes mostram que o aquecimento registrado no hemisfério norte foi 0,65 ºC , na Antártica foi de 1,75º C e no estreito de Davis, entre a Ilha de Baffin e a Groenlândia chegou a +2,89 ºC !.
A dieta primária destes ursos é composta por focas, normalmente capturadas quando sobem para respirar em buracos e espaços entre os blocos de gelo flutuante no Ártico. Durante os últimos verões, no entanto, o gelo tem desaparecido completamente em algumas regiões dificultando o trabalho dos ursos e fazendo-os procurar por alternativas para se alimentarem, inclusive o canibalismo.
Agora mesmo, em fevereiro de 2012, foi constatado pela Universidade de Bremen (Alemanha) através de fotos de satélite que o inverno terminou 2 meses mais cedo do que o previsto nos mares gelados de Barents e Kara, entre a Rússia e a Finlândia. Grandes extensões que deveriam estar congeladas agora estão derretidas. A comparação de fotos de satélite desta região, entre 2004 e 2012 é tão diferente que indicam que o pólo norte estará totalmente sem gelo ainda dentro deste século.
A figura abaixo mostra um gráfico da área derretida na Groenlândia em km2, aumentando ano a ano em um efeito rápido e desastroso.
Mas isto não acontece somente no ártico, estudos recentes apresentados na COP 17 (Conference of Parties – Conferência da ONU sobre o clima) mostram o derretimento das geleiras do Himalaia, onde fica o monte Everest, medindo-se no Nepal 21% de derretimento e no Butão 22% nos últimos 30 anos, influenciando a vida de 1,3 bilhões de habitantes !. São 54.000 geleiras que alimentam os oito maiores rios da Ásia, que correm o risco de stress hídrico.
O derretimento do gelo e da neve que estão sobre a terra, alcança o mar e eleva o seu nível, o que juntamente ao efeito da dilatação térmica da água pelo aumento de sua temperatura, nos alerta quanto à uma projeção do IPCC sobre a possibilidade do nível do mar aumentar até 1,6 metros até 2100, causando o desaparecimento de ilhas e a inundação parcial de todas as cidades costeiras do mundo, incluindo o Rio de Janeiro. O gelo que está flutuando sobre a água, no entanto, não causa variação de nível apreciável (o gelo é formado de água doce que flutua sobre o mar e ao voltar para o estado líquido vai diminuir um pouco de volume, mas não muito).
Pode também alterar correntes marinhas e provocar mudanças no clima do hemisfério norte. Outro efeito é cooperar com o aquecimento global, uma vez que a superfície branca do gelo e neve reflete a luz do sol enquanto a superfície da terra absorve esta luz. Isto significa que quanto maior a temperatura, maior a exposição da terra, o que reforça o aquecimento provocando uma temperatura ainda maior e assim progressivamente.
Além disso, há uma estimativa de que até 1,6 trilhão de toneladas de carbono (quantidade que corresponde praticamente ao dobro da que se encontra atualmente na atmosfera), estão presas sob o permafrost (solo de rochas e gelo) do Ártico. Os cientistas temem que o aquecimento global passa liberar estes gases e isso possa resultar em efeitos catastróficos para o planeta.
O que estaria provocando este derretimento ? Se alguém duvida que é o aquecimento global então deverá tentar explicar porque a temperatura superficial média global em 2011 foi a nona mais quente desde 1880, em uma tendência em que nove dos 10 anos mais quentes ocorreram desde o ano 2000 segundo os registros da NASA !.
Quer salvar o planeta? Pare de comer carne!
Quer ajudar o clima? Que tal reduzir o seu consumo de carne?
Pelo menos no mundo desenvolvido, esse passo pode ser necessário a fim de estabilizar os níveis atmosféricos de um gás do efeito estufa, o óxido nitroso.
O óxido nitroso é o maior contribuinte do homem à destruição do ozônio estratosférico (o “buraco de ozônio”), e o terceiro gás que mais contribui para o efeito estufa, depois do dióxido de carbono e do metano.
Cerca de 80% das emissões humanas de óxido nitroso são provenientes da agricultura. Bactérias convertem o nitrogênio encontrado no esterco bovino ou o excesso deixado no solo em gás óxido nitroso.
Cada quilo de carne que comemos requer múltiplos quilos de grãos, e cada grão, por sua vez, requer a utilização de fertilizantes contendo azoto, de modo que a quantidade de óxido nitroso liberado por caloria da carne (e lacticínios) é muito maior do que simplesmente comer as culturas (verduras, frutas) diretamente.
Parando a mudança climática:
Pesquisadores analisaram várias trajetórias possíveis para as futuras emissões de óxido nitroso, inclusive estabilizar os níveis atmosféricos de óxido nitroso deste século. Eles consideraram que alterações às emissões seriam necessárias para atingir esta meta.
Uma abordagem para reduzir a quantidade de óxido nitroso emitida é a utilização de azoto de maneira mais eficiente para cada quilo de grãos ou carne produzido. Mas reduzir a demanda por carne também é eficaz.
“Se quisermos chegar à redução mais agressiva o que realmente estabiliza o óxido nitroso, temos que usar todos os itens acima, incluindo mudanças na dieta”, disse o pesquisador Eric Davidson.
Ele mostrou que seria necessário reduzir o consumo de carne no mundo desenvolvido em 50% para gerir o azoto duas vezes mais eficientemente.
Essa análise é consistente com outros estudos, como um relatório de 2006 da ONU, que afirmou que a pecuária contribui mais à mudança climática do que o transporte.
Se incluirmos o metano, liberado em grandes quantidades por ruminantes como o gado, e as emissões de dióxido de carbono da produção de fertilizantes, as emissões de gases de efeito estufa provenientes da agricultura e pecuária são ainda maiores.
O óxido nitroso é liberado em quantidades muito menores do que o dióxido de carbono e o metano, mas é cerca de 300 vezes melhor em capturar calor, e dura na atmosfera por cerca de 100 anos, de modo que cada uma de suas moléculas contribui muito ao aquecimento climático.
Então, a solução é a redução do consumo de carne. Mas isso tem chances de acontecer? Davidson ressalta que, 30 anos atrás, ninguém acharia possível que o tabagismo fosse proibido em bares, ou que o consumo de cigarro diminuísse. Tudo pode acontecer.
De acordo com o estudo de Davidson, o consumo anual médio per capita de carne no mundo desenvolvido foi de 78 quilos em 2002 e está projetado para crescer para 89 quilos em 2030. Enquanto isso, no mundo em desenvolvimento foi de 28 quilos em 2002, projetado para crescer para 37 em 2030.
“Temos vivido de uma forma muito luxuosa. Ir de 82 kg de carne por ano a 40 não deveria ser pedir muito”, disse a cientista Christine Costello.
Fonte: LiveScience
Cães e Gatos são usados como isca para tubarão na França
Esta matéria me chamou muito a atenção, não somente pelas imagens fortes e revoltantes, mais para atestar até onde vai a ganância humana, a falta de valores espirituais ainda predominante em certas mentes humanas.
China um Exemplo com a Vida Animal
Até tempos atrás a China ficou famosa por estes tipo de coisa, não por pesca, mais pelo consumo e abuso de animais domésticos,que infelizmente faz parte de sua cultura, muitos intelectuais se revoltaram, Paul McCartney foi um destes que resolveu a público pedir um boicote para com os produtos chineses, na tentativa de barrar este tipo de coisa, pela crueldade deste país em desrespeito á vida animal. (vejam) http://www.ondaa.org/artigos/artigo33.htm
Num mundo onde ainda predomina os instintos brutais, e os valores matérias acima dos espirituais, infelizmente são coisas que sempre veremos, um pouco aqui ou ali e quantos fatos que ocorrem e não são conhecido pelo público ?
Animais com Isca de Tubarões
Agora, o caso é na Ilha da Réunion, uma possessão francesa na costa oriental da África.
Cães e gatos estão sendo usados como isca para tubarões por pescadores amadores da ilha, revelaram organizações de defesa dos direitos dos animais e autoridades locais. A pequena ilha vulcânica localizada ao largo da costa oriental de África está repleta de cães abandonados, mais de 150.000.
Um veterinário conseguiu tratar com sucesso um dos cães, o cão de seis meses de idade com um anzol no focinho, o cão era o animal de estimação de alguém. Ele tinha, aparentemente, escapado e foi levado à SPA por um cidadão preocupado. O animal já está de regresso a casa e à companhia dos donos. São encontrado cães com anzóis na ilha, e gatos encontrados nas praias e parcialmente devorados por tubarões."
Os pescadores capturam os animais, colocam anzóis, um dia antes para que sangrem bastante. Alguns escapam antes de serem atirados ao mar, outros não têm essa sorte. Com os anzóis colocados nas patas e/ou focinhos, os animais são atados a tubos infláveis com linha de pesca e largados no mar. Para evitar ser vistos, os pescadores colocam a isca (os cãezinhos) no meio da noite e regressam de manhã para verificar se capturaram algum tubarão.
Acho que a sociedade não deve mais tolerár estes tipo de abusos e o desrespeito à vida em todas as suas manifestações, e que muitos possam tomar o exemplo como o de Paul McCartney e outros, denuciem aos orgãos competentes, não compactuem indiretamente com este tipo de coisa e outras mais, e que cada um faça sua parte, pois só assim estaremos a caminho para construção de uma sociedade mais justa para todos.
Existem vários vídeos esta matéria, mais deixarei aqui dois, deixo aqui avisado que os vídeos são muito fortes, e não devem ser visto principalmente por crianças, ou pessoas sensíveis demais.
link1= http://www.youtube.com/verify_age?next_url=/watch%3Fv%3D4fEwg-4VXGA
link2= http://www.youtube.com/watch?v=1ODyjmzp7os&feature=related
- Leis: http://bichos.uol.com.br/leiseprotecao/denuncias.jhtm
- Orgão de cuidados aos meio ambiente:
Fonte: http://www.eduardosilvaacari.blogspot.com
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Grupo de pescadores do vilarejo de Taiji, Província de Wakayama (Japão), captura golfinhos. A foto (sem data) foi divulgada pelo Centro de Conservação Marítima Shepherd.
Segundo a agência, a campanha contra a pesca desses cetáceos, que começa tradicionalmente no dia 1º de setembro, teve menos críticas que em 2009.Os pescadores de Taiji, cidade com cerca de 3,5 mil habitantes, afirmam que a prática é centenária e faz parte da cultura pesqueira - já que a região não é apta ao cultivo do arroz, principal produto da agricultura do país.
A prática de pesca de golfinhos foi tema do documentáio The Cove, vencedor do Oscar. De acordo com a agência AP, o realizador do filme, Ric O'Barry - ex-treinador de golfinhos da série de TV Flipper - foi ao Japão este ano para participar dos protestos e deve entregar à embaixada dos Estados Unidos uma petição com 1,7 milhões de assinaturas que pede o fim da prática.
Vejam o filme:
Fonte: 20 minutos (ES)
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