Um comentário do evangelho segundo São João Crisóstomo
(c. 345-407), Presbítero de Antioquia, Bispo de Constantinopla, Doutor da Igreja Sermão sobre Elias e a viúva, e as esmolas; PG 51, 348
Acolher a Cristo
A viúva de Sarepta recebe o profeta Elias com toda a generosidade e esgota toda a sua pobreza em sua honra, embora seja uma estrangeira de Sídon. Ela nunca tinha ouvido o que os profetas dizem acerca do mérito da esmola, e muito menos ainda a palavra de Cristo: «Tive fome e destes-Me de comer» (Mt 25,35).
Qual será a nossa desculpa se, depois de tais exortações, depois da promessa de tão grandes recompensas, depois da promessa do Reino dos Céus e da sua felicidade, não chegarmos ao mesmo grau de bondade que esta viúva?
Uma mulher de Sídon, uma viúva, tendo a seu cargo o cuidado de uma família, ameaçada pela fome e vendo chegar a morte, abre a sua porta para acolher um estranho e dá-lhe a pouca farinha que lhe resta. [...]
Mas nós, que fomos instruídos pelos profetas, que ouvimos os ensinamentos de Cristo, que tivemos a possibilidade de reflectir sobre as coisas futuras, que não estamos ameaçados pela fome, que temos muito mais do que esta mulher, seremos desculpados se não ousarmos tocar nos nossos bens para os dar? Negligenciaremos a nossa própria salvação? [...]
Manifestemos portanto para com os pobres uma grande compaixão, a fim de sermos dignos de possuir para sempre as coisas que hão-de vir, pela graça e pelo amor de Nosso Senhor Jesus Cristo para com a humanidade.
Créditos: Evangelho Quotidiano
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Comentário Aquárius :
Quando muitos pensam na fundação da igreja romana e suas direções teológica, sempre pensam de forma totalitária a corrupção, mais o exemplo em que a história nos mostra não é bem assim a realidade dos fatos.
Muitos “Pais da Igreja” estavam em suas convicções de centralizar a igreja nos princípios de amor, caridade e fé!
Hoje é bem diferente este modelo de igreja que vemos em sua totalidade, pregam princípios totalmente opostos, onde; quem é Rico é porque está com Deus, e se é de Deus tem que prosperar!
Deturparam o entendimento de PAULO, para afirmarem que as “Obras” não valem de nada, quando na realidade, Paulo falava das prescrições ritualísticas judaicas (obras da lei).
A fé mesmo com a desculpa de idolatria, os Santos foram esquecidos, para deixar seus exemplos mortos pelo tempo.
Então nos perguntamos quem são os SANTOS de HOJE que fazem isso, e que muitos tanto seguem?
“….a caridade de muitos esfriará”. (São Mateus 24, 12)
- Quem tem olhos para ver, que vejam!
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Tema original: Comentário ao Evangelho do dia (04/03) feito por São João Crisóstomo
Os evangelhos apócrifos e a reencarnação
A Reencarnação também nos Apócrifos
Os “Evangelhos apócrifos” são os Evangelhos não reconhecidos pela Igreja Católica e excluídos da Bíblia. Gilvanize Balbino Pereira, médium e pesquisadora sobre o tema, psicografou o livro “Verdades que o tempo não apaga”, um romance que trata sobre o tema.
Reencarnação nos Apócrifos
Entre os temas polêmicos mencionados nos Evangelhos apócrifos estão referências à reencarnação, a pluralidade das existências, que, segundo evidências históricas, foi declarada heresia durante a realização do 5° Concílio de Constantinopla, realizado em 553 d.C. na cidade de Istambul, na Turquia.
A médium Gilvanize Balbino Pereira, diz: “Meu primeiro contato com os Evangelhos excluídos do Novo Testamento foi no ano de 2002 quando revisava um livro que psicografei sobre os escritos de Bartolomeu”.
Posteriormente, em São Paulo, visitei uma exposição sobre os manuscritos do Mar Morto, ocasião em que conheci algumas das obras históricas mencionadas no livro ‘Verdades que o tempo não apaga’.
Provas da Reencarnação:
Em Verdade que o tempo não apaga menciona outro apócrifo, cuja autoria é de Bartolomeu. Refere-se, igualmente, aos esclarecimentos de Jesus quanto às existências sucessivas:
“Ninguém está isento da morte ou de nascer de novo. Meu pai, que é bondoso e pleno em compaixão, permitiu que seus filhos que já viveram outras vidas, retornassem à Terra para novas experiências que lhes trouxessem mais sabedoria”.
“Se fossemos filhos de uma única existência seríamos tais quais as árvores desnutridas (…) que perdem suas seivas em virtudes de serem podadas e, conseqüentemente, não suportando a poda morrem sem esperança e se olvidam que podem produzir seus brotos e reiniciar mais um ciclo de sua vida”, palavras atribuídas a Jesus pelo apóstolo André em seu Evangelho.
Em seu livro ditado pelos espíritos Ferdinando, Tiago e Bernard, encontram-se trechos dos Evangelhos apócrifos que mencionam a reencarnação:
O que são os Apócrifos:
A palavra “apócrifo” é originária do grego apokryphos e significa oculto. O termo é utilizado para classificar os Evangelhos que a Igreja não incluiu na Bíblia. A origem da exclusão reporta ao ano de 367 d.C., quando o bispo Atanásio de Alexandria ordenou a destruição de inúmeros manuscritos, os quais, de acordo com o Concílio de Nicéia, realizado em 325 d.C., não eram merecedores de crédito por se tratar de relatos fantasiosos que contradiziam os dogmas do Catolicismo.
Em virtude do valor histórico desses apócrifos, os religiosos, quem detinham sua posse, não cumpriram a determinação do bispo. Com a intenção de preservá-los, enterraram-nos nas margens do rio Nilo, no sopé do penhasco Djebel El-Tarif. Em 1945, urnas de argila contendo mais de mil páginas de papiro – com inscrições em copta, antigo idioma egípcio – foram descobertas por jovens que residiam na aldeia de El-Kasr.
O conjunto desses códices – pergaminhos enrolados – foram denominados Bíblia de Nag Hammadi, nome da localidade onde foram encontrados. Até então, os apócrifos eram conhecidos apenas por serem citados.
Fonte: Jornal dos Espíritos
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