As pesquisas científicas sobre a reencarnação avançam no mundo e principalmente nos Estados Unidos, onde a fé religiosa pelo espiritismo em si não é tão ampliada como aqui no Brasil. Más como Kardec já dizia sobre a revelação universal dos espíritos: “Se algum dia a ciência provar que o Espiritismo, está errado em determinado ponto, abandone este ponto, e fique com a ciência”.
Cientista comprova “A morte é uma ilusão” reencarnação e vida após a morte existem!
A ilusão da morte - reencarnação e vida pós a morte
Professor Robert Lanza da Escola Wake Forest University of Medicine, na Carolina do Norte, afirma que a teoria do biocentrismo ensina que a morte , como sabemos , é uma ilusão criada pela nossa consciência.
Sua teoria do biocentrismo, explica que a morte pode não ser tão terminal como nós pensamos que é. O biocentrismo é classificada como a teoria de tudo e vem do grego para "centro de vida". É a acreditar que a vida e biologia são fundamentais para a realidade e que a vida cria o universo, e não o contrário.
Isto sugere que a consciência de uma pessoa determina a forma e o tamanho de objetos no universo.
Lanza usa o exemplo da maneira como percebemos o mundo à nossa volta. Uma pessoa vê um céu azul, e é dito que a cor que eles estão vendo é azul, mas as células do cérebro de uma pessoa pode ser alterado para fazer o olhar do céu verde ou vermelho.
Ao olhar para o universo do ponto de vista de um biocêntrica , isso também significa que o espaço e o tempo não se comportam da maneira dura e rápida a nossa consciência nos diz que ele faz. Em resumo, o espaço eo tempo são " simplesmente ferramentas de nossa mente . "
Uma vez que essa teoria sobre o espaço e o tempo sendo construções mentais é aceito , isso significa morte e a ideia da imortalidade existe em um mundo sem fronteiras espaciais ou lineares.
Da mesma forma, os físicos teóricos acreditam que não há número infinito de universos com diferentes variações de pessoas e situações, ocorrendo simultaneamente.
Outra prova possível :
Cientistas do Cazaquistão acreditar que o DNA humano foi codificado com um sinal extraterrestre por uma antiga civilização alienígena, Discovery.com relatórios.Eles chamam isso de "SETI biológica " e os pesquisadores afirmam que o código matemático no DNA humano não pode ser explicado pela evolução. Sua pesquisa levou os cientistas a concluir que foram inventadas " fora do sistema solar, já vários bilhões de anos atrás." Raça humana científica prova que foi criado por alienígenas.
É possível que as entidades espirituais que habitam corpos biológicos ? E os nossos corpos estão apenas vivendo, embarcações, codificada / programadas com uma mensagem alienígena que é mais facilmente usado para detectar quando o corpo morre e o 'Espírito' afastar-se do corpo de respirar. Detectado pela antiga civilização alienígena 'O Domínio' através de um 'tela vigor . " Então, quando o ' Spirit ' deixa o corpo , o" espírito " é capturado e " ordenado " pelo comando hipnótico de " retorno para a luz " ?
E é possível que, após o 'espírito' voltou para a luz, o 'espírito' foi chocado e hipnotizado para apagar a memória da vida que viveu. Em seguida, o "espírito" é imediatamente " ordenou " por " o domínio" , hipnoticamente , para " relatório " de volta para a Terra, como se eles estivessem em uma missão secreta, a habitar um novo corpo ? O apagamento da memória não é apenas para uma vida ou um corpo. Ele apaga a todas as experiências acumuladas de um passado que é infinito, assim como a identidade do 'espírito' .
O choque se destina a tornar impossível para o "espírito" para se lembrar quem são, de onde vieram, o seu conhecimento ou habilidades, sua memória do passado, e capacidade de funcionar como uma entidade espiritual. Mas às vezes o apagamento da memória não é 100% e quando um 'espírito' habitar um novo corpo, o "espírito" ainda pode ter memórias de vidas passadas.
Quando um 'espírito com memórias de vidas passadas retorna à Terra e habitam o novo corpo, por exemplo, de uma criança, a criança pode ter memórias de vidas passadas verificáveis que podem ser corroboradas de forma independente. Eles podem apresentar nomes específicos, lugares e eventos que podem nunca tiveram a chance de conhecer.
Esses detalhes podem ser confirmados, indo de volta anos nos registros públicos. Marcas de nascença e defeitos de nascimento pode mostrar -se in situ de feridas de armas que causou sua morte, muitas vezes violento ou traumático. O vídeo abaixo mostra a pesquisa de reencarnação por memórias de vidas passadas de Ian Stevenson Crianças. Um menino mostrou evidências convincentes de que ele é a reencarnação de seu avô. O menino tinha 18 meses de idade quando seu pai estava a mudar a fralda.
Lanza acrescentou que tudo o que pode acontecer está ocorrendo em algum ponto entre esses multiversos e isso significa que a morte não pode existir "qualquer sentido real ' também.
Mais informações em: thenewearth.org , robertlanzabiocentrism.com
O dogma do batismo e a reencarnação
O Batismo e a Reencarnação
Muitos já chegaram a perguntar porque na doutrina espírita não se dá tão valor ao dogma do batismo para a remissão dos pecados, seria por causa da crença da reencarnação? – Pois ela se auto afirmando cristã, como pode sustentar sua fé sem o dogma tradicional mais precioso do cristianismo.
A opinião de um judeu sobre inferno e reencarnação
Um judeu falando de Inferno e Reencarnação
Encontrei um post interessante, onde temos um ponto de vista de um judeu que conhece por experiência metódica a tradição judaica em suas variantes, quando aqui tratamos de comparar na crença que somente se basea na descrição literal religiosa deixando de lado os simbolos e o discernimento tradicional, cultural e histórico de um povo. Como no caso de muitas religiões cristãs.
O Catarismo e a reencarnação
Cátaros e a Reencarnação
O Catarismo foi um movimento cristão iniciado em meados do ano 1100 na Europa Meridional que encontrou sua essência no sul da França, na região conhecida como Albi. Por isso, muitas fontes utilizam o termo Albigense para referir-se aos cátaros, cristãos que tinha por base de fé a reencarnação.
Várias comunidades cátaras também estavam presentes na Itália, Espanha, em territórios eslavos e até na Constantinopla. O catarismo expandia-se rapidamente, pois sua filosofia pregava um cristianismo apostólico e promovia a evolução espiritual através do conhecimento e da fé em Deus pela reencarnação.
Nesse post, você irá conhecer as razões pelas quais a Igreja Católica temia tanto o avanço do Catarismo, o que resultou na única Cruzada da história lançada contra uma população cristã.
Quem foram os Cátaros?
O termo cátaro tem sua origem na palavra grega Katharoi, e significa ‘puro’. A população cátara era tida como referência por seu ascetismo, bons modos e moralidade.
O catarismo distinguia-se em duas classes distintas: os Perfeitos e os crentes.
A classe dos Perfeitos era composta por aqueles que obtinham o único sacramento cátaro, considerado como o batismo do espírito e intitulado de consolamentum. Após esse processo, esses escolhidos tornavam-se castos, abriam mãos de suas posses materiais e passavam a ser conhecidos com o título de Perfeitos.
Eles possuíam um profundo conhecimento filosófico e teológico, e por isso atuavam como sacerdotes, cavalgando através das cidades, promovendo debates e pregando o evangelho. Utilizavam a imposição de mãos para promover curas espirituais e eram especialistas no uso de ervas medicinais.
Não havia distinção entre homens e mulheres, o que para a época era uma amostra do patamar de superioridade intelectual e espiritual desse movimento.
Já para os crentes ou simpatizantes, não existia a imposição de regras rígidas. Cada membro agia de acordo com linhas de conduta ética estabelecidas pelo próprio grupo social e utilizava sua própria liberdade de expressão e de pensamento para interagir socialmente.
Por esses e outros motivos, as cidades cátaras tornaram-se as mais prósperas e belas da Europa naquela época, o que, como veremos a seguir, gerou medo e cobiça por parte da Igreja e da família real da França.
Qual a filosofia do Catarismo?
O Catarismo era um movimento cristão. Os cátaros acreditavam que Jesus Cristo era filho de Deus e liam a bíblia (Novo Testamento) com muito mais freqüência que os sacerdotes católicos.
Porém, os cátaros compreendiam o Universo de uma forma dualista. Você pode entender melhor o significado do termo dualismo nesse post sobre o filósofo Anaximandro.
Para eles, o corpo material de Jesus é tão sagrando quanto o de qualquer outro ser humano. O verdadeiro Jesus Cristo está presente no corpo espiritual e não na matéria.
Segundo o Catarismo, o mundo material é corrupto e irrelevante para a salvação. A evolução espiritual através da fé e do conhecimento é a única forma de avançar na senda.
Os cátaros ensinavam a Reencarnação desde cedo para as crianças. Não era um conhecimento restrito a pequenos grupos secretos. Após a morte, caso o Espírito não tivesse atingido o grau necessário de evolução, continuaria reencarnando na Terra até tornar-se apto a abraçar uma vida material suficientemente pura.
Deus não é um vigilante celestial esperando que você cometa erros materiais para lhe punir eternamente no fogo do inferno. As chaves para a evolução espiritual estão contidas na mente de cada pessoa, e apenas por meio do esforço próprio que é possível alcançar estados beatíficos de comunhão divina.
Por que a Igreja os temia?
A Igreja Católica Apostólica Romana enxergava o Catarismo como a maior ameaça ao seu plano de dominação da população mundial. Afinal, os cátaros não aceitavam a hierarquia espiritual da Igreja e entendiam que as capelas grandiosas e os riquíssimos ornamentos serviam apenas para demonstrar a ligação da Igreja ao mundo material.
Além disso, a mulher cátara possuía os mesmos direitos do homem, o que ia totalmente contra os princípios católicos; a mulher não deveria estar estudando e pregando o evangelho, mas sim em casa procriando e cuidando da prole.
A Igreja também não aceitava a evolução do homem através do conhecimento e do ciclo de Reencarnação. O ser humano teria apenas uma única chance de alcançar o céu e a única forma de chegar lá é baixando a cabeça e aceitando tudo o que o clero católico dizia.
O conhecimento é nocivo e terá como único resultado a eternidade no fogo do inferno
Como podemos perceber, foi só questão de tempo para a Igreja mexer os seus pauzinhos e dar início a séculos de massacre que culminaram com o extermínio quase total do Catarismo.
Qual a estratégia da Igreja para destruir o Catarismo?
Por volta do ano 1150, o Catarismo tinha avançado consideravelmente e contava com o apoio de um grande número de nobres. Em 1167, os cátaros realizaram um concílio internacional na cidade de Toulouse que contou com a presença de membros espalhados por quase toda a Europa.
Em 1165, o papa Alexandre III tentou coibir o movimento declarando o Catarismo como um movimento herético, o que não logrou muito efeito na sua contenção.
Já em 1198, o papa Inocêncio III aumentou o esforço para controlar os cátaros enviando os melhores sacerdotes da Igreja para a região do Languedoc com o objetivo de converter o maior número de hereges possível. Essa estratégia não chegou nem perto de dar certo, pois os Perfeitos possuíam um conhecimento muito maior do evangelho do que os próprios membros do clero.
No ano de 1208, esse mesmo papa cansado das tentativas frustradas de conter o Catarismo, decidiu lançar uma Cruzada contra o movimento. Essa Cruzada foi à única da história lançada contra cristãos.
Nessa mesma época, a família real Francesa vivia um momento de tremenda instabilidade com pouquíssimos territórios sob seu controle. O papa percebeu a oportunidade e declarou que as terras dos cátaros iriam ser transferidas para aqueles que as dominassem primeiro. Dentro de pouco tempo, um exército com mais de 200.000 cruzados foi formado, ansiosos para conquistar territórios e saquear as ricas cidades cátaras.
Essa campanha contra o Catarismo e seus partidários ficou conhecida como Cruzada Albigense e ficou marcada por sua destacada crueldade.
O Extermínio do povo Cátaro
Em 1209, cruzados famintos por terras e riquezas liderados pelo nobre Simon de Montfort, sob supervisão do enviado papal Arnold Amaury, sitiaram a cidade de Béziers, considerada uma das mais proeminentes da época e sua população era formada por membros de diversos grupos religiosos.
Momentos antes do ataque, Simon perguntou ao emissário como seria possível diferenciar os cristãos dos hereges durante o ataque. Arnold respondeu com essas palavras, a única frase do conflito legada à posteridade:
“Matem todos, Deus saberá quem são os seus”.
Mais de 25.000 pessoas foram cruelmente massacradas em Béziers. Não houve distinção de sexo, credo ou idade. Após o massacre, a cidade foi saqueada e queimada.
Após essa batalha, sucedeu-se a conquista de Carcassone, Murte, Narbonne, Toulouse e outras cidades.
Montségur e início da Inquisição
Os últimos Perfeitos remanescentes do movimento cátaro se concentraram no castelo de Montségur no ano de 1244.
Forças da Igreja montaram cerco ao castelo e construíram uma gigantesca fogueira no topo da colina onde Montségur estava localizado. Todos os Perfeitos foram lançados vivos nessa fogueira. Em um futuro próximo, essa prática seria utilizada constantemente pela Inquisição.
Os poucos cátaros que conseguiram fugir para partes distantes de onde antes moravam, passaram a viver escondidos e eram perseguidos por ex-cátaros que se converteram ao catolicismo.
Não se sabe ao certo quantos cátaros tiveram suas vidas ceifadas, mas certamente os números superam as centenas de milhares. Por volta do início do século XIV, o Catarismo já tinha sido exterminado por completo.
Fica fácil perceber como a Igreja conseguiu e ainda consegue manter seu reinado de mentiras e opressão ao longo dos milênios. Depois do extermínio do Catarismo, todo movimento que pregasse o livre pensamento e a evolução espiritual através do esforço próprio também teria o mesmo destino na fogueira da Inquisição.
Esse será o primeiro post de uma série sobre aqueles que foram silenciados pela Igreja Católica Apostólica Romana e seu clero ganancioso e materialista.
Fonte: http://caosnosistema.com/
/font>Vida após a morte segundo a religião judaica
Vida após a Morte e a crença Judaica
A crença cristã teve como primícia de suas revelações, a unidade judaica com suas tradições, e grande parte das denominações cristãs hoje, atestam firmemente que este conceito de vida após a morte, é pagão, portanto não pertencia a igreja primitiva cristã e aojudaísmo, ou seja; uma inversão dos concílios de Roma. Será?
O Banco da Reencarnação
Guarde seus bens para a próxima vida !!!
O Banco da Reencarnação
É isso mesmo! Se você estava preocupado com sua posição econômica na próxima vida, seus problemas acabaram. Faça um depósito no Banco da Reencarnação e garanta uma futura existência mais tranqüila. O Banco, com base em Gibraltar, funciona exclusivamente na internet e aceita qualquer tipo de bens materiais: dinheiro, ações, títulos, jóias, metais preciosos e arte.
Bom! Para aqueles espiritualista de plantão, que acreditam que grande parte do charlatanismo, se for o caso ? Ocorrem apenas no mundo religioso alheio, bom fica aqui uma pergunta ?
Segundo o que propõe a instituição, o cliente entrega seus bens aos cuidados do banco, para que os guarde, para que lhe seja entregue em sua próxima vida.
Simples, Não ?
Como em muitas dessas falcatruas, os sujeitos se aproveitam das crenças das pessoas para tirar-lhes dinheiro e tudo o quanto for possível. O site está cheio de citações, pensamentos e frases bonitas sobre a reencarnação, tudo para convencer o cidadão. Só não diz em lugar nenhum como a pessoa poderá reaver as posses na próxima vida. Não dão nenhuma pista no site. Talvez dêem uma boa enrolação explicação para a pessoa na hora de fazer o depósito.
Apesar do engano ser evidente, a crença reencarnatória se fez muito popular em meio a sociedade de hoje, mais grande parte dos simpatizantes desta visão, ainda se afirmam espíritas ou espiritualista, mais a realidade é que muitos não possuem uma certa noção metódica da doutrina, se tornando pessoais propícias á acumulação cultural de origens errôneas e místicas.
E ainda um grande candidato á cair neste tipo de farsa, No fim do ano passado, o órgão regulador do sistema bancário de Gibraltar processou o Banco, que teve o patrimônio congelado, e os depósitos foram ressarcidos aos clientes. Ou seja, algumas pessoas já tinham contratado o serviço... O Banco voltou à ativa, mesmo sem autorização do órgão regulador para receber depósitos.
Mais como devemos também respeitar a crença pessoal de cada um, para aqueles que tiverem intessados: o site do banco é: http://www.reincarnationbank.com/.
Fonte: Folha.com
Vidas passadas na visão Xamã
As Vidas Passadas e o Xamã
"Para um viver xamã, o momento atual é o que realmente tem importância e deve ser valorizado o tempo todo. Mas é importante salientar que somos a soma de nossas experiências passadas." (Jorge Menezes)
Ampliação de consciência é a maneira como prefiro tratar o termo que hoje em dia é comumente denominado regressão. Escrevo sobre esse assunto para que possamos pensar juntos sobre a importância dessa técnica que, entre outras de nossa terapia xamã, observo dotada de resultados bastante significativos, alcançados em um curto espaço de tempo.
Os evangelhos apócrifos e a reencarnação
A Reencarnação também nos Apócrifos
Os “Evangelhos apócrifos” são os Evangelhos não reconhecidos pela Igreja Católica e excluídos da Bíblia. Gilvanize Balbino Pereira, médium e pesquisadora sobre o tema, psicografou o livro “Verdades que o tempo não apaga”, um romance que trata sobre o tema.
Reencarnação nos Apócrifos
Entre os temas polêmicos mencionados nos Evangelhos apócrifos estão referências à reencarnação, a pluralidade das existências, que, segundo evidências históricas, foi declarada heresia durante a realização do 5° Concílio de Constantinopla, realizado em 553 d.C. na cidade de Istambul, na Turquia.
A médium Gilvanize Balbino Pereira, diz: “Meu primeiro contato com os Evangelhos excluídos do Novo Testamento foi no ano de 2002 quando revisava um livro que psicografei sobre os escritos de Bartolomeu”.
Posteriormente, em São Paulo, visitei uma exposição sobre os manuscritos do Mar Morto, ocasião em que conheci algumas das obras históricas mencionadas no livro ‘Verdades que o tempo não apaga’.
Provas da Reencarnação:
Em Verdade que o tempo não apaga menciona outro apócrifo, cuja autoria é de Bartolomeu. Refere-se, igualmente, aos esclarecimentos de Jesus quanto às existências sucessivas:
“Ninguém está isento da morte ou de nascer de novo. Meu pai, que é bondoso e pleno em compaixão, permitiu que seus filhos que já viveram outras vidas, retornassem à Terra para novas experiências que lhes trouxessem mais sabedoria”.
“Se fossemos filhos de uma única existência seríamos tais quais as árvores desnutridas (…) que perdem suas seivas em virtudes de serem podadas e, conseqüentemente, não suportando a poda morrem sem esperança e se olvidam que podem produzir seus brotos e reiniciar mais um ciclo de sua vida”, palavras atribuídas a Jesus pelo apóstolo André em seu Evangelho.
Em seu livro ditado pelos espíritos Ferdinando, Tiago e Bernard, encontram-se trechos dos Evangelhos apócrifos que mencionam a reencarnação:
O que são os Apócrifos:
A palavra “apócrifo” é originária do grego apokryphos e significa oculto. O termo é utilizado para classificar os Evangelhos que a Igreja não incluiu na Bíblia. A origem da exclusão reporta ao ano de 367 d.C., quando o bispo Atanásio de Alexandria ordenou a destruição de inúmeros manuscritos, os quais, de acordo com o Concílio de Nicéia, realizado em 325 d.C., não eram merecedores de crédito por se tratar de relatos fantasiosos que contradiziam os dogmas do Catolicismo.
Em virtude do valor histórico desses apócrifos, os religiosos, quem detinham sua posse, não cumpriram a determinação do bispo. Com a intenção de preservá-los, enterraram-nos nas margens do rio Nilo, no sopé do penhasco Djebel El-Tarif. Em 1945, urnas de argila contendo mais de mil páginas de papiro – com inscrições em copta, antigo idioma egípcio – foram descobertas por jovens que residiam na aldeia de El-Kasr.
O conjunto desses códices – pergaminhos enrolados – foram denominados Bíblia de Nag Hammadi, nome da localidade onde foram encontrados. Até então, os apócrifos eram conhecidos apenas por serem citados.
Fonte: Jornal dos Espíritos
A reencarnação no Judaísmo
“Não é possível entender a Cabalá sem acreditar na eternidade da alma e suas reencarnações“.
Com o nome de Transmigração de Almas (em hebraico Guilgul Neshamot), todos os praticantes do judaísmo, especialmente as correntes ortodoxas - como o hassidismo(aqueles caras que andam de casacos e chapéus pretos) - e cabalistas acreditam que, após a morte, a Alma reencarna numa nova forma física.
Receba as novidades por e-mail:


A Besta do Apocalipse na Visão Espírita
A Grande Tribulação Bíblica Já Ocorreu ?
Os Últimos Dias e o que afirma a bíblia realmente !
O Anti-Cristo e o Oitavo Rei
As Ressurreições do Último dia